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Zaragoza: a “comissão de trabalhadores” se dirige aos motoristas de ônibus em greve, à GM e às bases dos sindicatos

por Asier Ubico, de Clase contra Clase no Estado Espanhol

 

Em Zaragoza a 15 de maio se realizou uma mobilização massiva de 5.000 pessoas. Os companheiros de CcC, junto com o Sindicato de Estudantes de Esquerdas e distintas seções sindicais da CGT (entre elas, a de Telepizza) e outros jovens trabalhadores estivemos convocando-a e organizando-a em institutos, faculdades e empresas. Era uma das resoluções do Encontro da Juventude trabalhadora e estudantil da qual fomos parte impulsora do último 7 de maio e que serviu para formar um cortejo de classe na mesma mobilização, assim como fortalecer a organização da juventude, rodear de solidariedade as lutas e somar-se ao combate contra os cortes do Governo e da burocracia pactista.

Durante a semana passada a mobilização foi-se massificando até reunir mais de 10.000 pessoas na praça do Pilar. Um grande panelaço que vinha desafiar a proibição dos acampamentos. Desde o primeiro dia se está tratando de que os indignados confluam com os setores de trabalhadores em luta. Na primeira assembléia de 200 pessoas, na terça-feira dia 17, falou Javier Anadón, presidente do Comitê de Empresa de TUZSA (ônibus urbanos). Aprovou-se unanimemente que a manifestação da quarta-feira, 18, em apoio a TUZSA se concluísse na assembléia desse dia, duplicando-se sua assistência com a presença de muitos trabalhadores.

Os companheiros de CcC participamos da Comissão de estudantes e na de trabalhadores, e entre ambas se realizou uma participação solidária no piquete dos motoristas de ônibus pelas paralisações que realizaram no último domingo. A “comissão de estudantes” tem uma forte presença de jovens secundaristas e universitários e querem realizar assembléias em institutos e faculdades. Na “comissão de trabalhadores” há companheiros jovens precarizados, como os de Telepizza e os subcontratados da prefeitura, docentes e trabalhadores industriais de diferentes sindicatos e não-sindicalizados. Esta semana se realizarão “expedições” à GM (principal empresa de Aragão, com 8.000 trabalhadores) e às sedes dos sindicatos majoritários para exigir a greve geral e falar com os afiliados de base animando-os a somar-se à luta e a rebaixar seus dirigentes traidores.

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